terça-feira, 30 de abril de 2013
Incenso
Muita gente ascende incenso apenas pelo perfume, pelo “charme”, pela atmosfera que o incenso proporcionam...enfim, as pessoas que aderem a última opção não estão de todo errados.
Os antigos egípcios, hindus e povos antigos em geral já tinham conhecimento da influência que essa fumaça pode proporcionar.
Na verdade o incenso é um dos artifícios que ajudam a mente humana a atingir níveis de introspecção mais profundos e, com a prática, condicionar o cérebro a trabalhar em frequencias pré programadas. Quando entramos no estado meditativo, por exemplo, com um incenso aceso, enquanto diminuímos nossa freqüência cerebral o incenso é inconscientemente associado a essa situação e estado mental, e com duas ou três vezes da prática o cérebro já interpreta isso como uma informação para a redução da atividade cerebral.
Ou seja, entre outros artifícios, o incenso é um excelente princípio que conduz nosso estado de espírito a níveis mais profundos, usado até mesmo como foco de atenção para “controlar” os pensamentos durante a prática meditativa.
E quando temos esse tipo de recepção em nossa mente já consolidada, sempre que ascendemos um incenso, mesmo que não tenhamos a intenção de nenhuma prática meditativa, apenas o suave perfume e a delicada fumaça, já nos remetem a um estado mais calmo e receptivo, e assim o incenso acaba realmente afetando o ambiente, pois conseqüentemente afeta as pessoas que ali estão.
Assim com a música em ambientes é um poderoso influenciador do comportamento humano. Mas isso fica para um próximo tópico.
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